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Bufunfa II

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Christine Lagarde.

A mão que dá o pão, dá o castigo.

The hand that gives the bread, gives the punishment.

Se esta Sra. se chamasse "Bufunda" não lhe assentava nada mal, Daniel! ;-)
 
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Posted by on 16 de May de 2012 in Sem categoria

 

Bufunfa

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Brazil becomes the 6th biggest economy of the world.

Excelente! Mais um post (engagée, desta vez) de Daniel Kons!
 
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Posted by on 16 de May de 2012 in Sem categoria

 

Bernardo Sassetti: Reações à morte do pianista e compositor

Bernardo Sassetti

O dia em que eu… ouvi Bernardo Sassetti

[crónica de Rui Miguel Abreu]

O formato do título desta crónica às vezes obriga a encontrar um verbo muito específico, sem o qual não fica garantida a honestidade das linhas que se seguem. Neste caso não podia usar “conheci”, porque na verdade não cheguei a conhecer Bernardo Sassetti. “Encontrei”, “descobri”… Também não podia ser por aí. “Ouvi” é o que provavelmente descreve de forma mais justa o dia em que o entrevistei, há um par de anos, aqui para BLITZ. Recordámos essa entrevista no site, o que me permitiu afinar a memória, mas a impressão com que fiquei de Bernardo não é a que está contida naquelas linhas porque quando as escrevi não podia imaginar estas outras que agora se desenrolam à frente dos meus olhos. 

Que me lembre, só me tinha “cruzado” (e cá está outro verbo impreciso…) com Bernardo Sassetti uma outra vez. Algures no início dos anos 90 – talvez até mesmo em 1989, sei que foi no princípio do meu percurso jornalístico… – assisti a uma noite de jazz (no São Luiz?…) em que se apresentou o Moreiras Jazztet. (De facto, e aproveitando a verdadeira máquina do tempo que o Google pode ser, acabo de passar os olhos numa entrada dedicada ao Moreiras Jazztet no blog Jazz No País do Improviso e descubro que os terei visto pelo menos duas vezes, precisamente em 89 e 90: na primeira parte de Courtney Pine, na Aula Magna, e no São Luiz, nem mais…, no evento Lisboa em Jazz 1990). Não posso dizer que o pianismo jovem de Bernardo me tenha conquistado nesta altura até porque eu próprio ainda não estava preparado para apreciar corretamente toda a invenção que escorria dos seus dedos, mas lembro-me com alguma nitidez de palavras proferidas por Bernardo Moreira pai que exaltaram as capacidades do então jovem pianista. Os anos deram-lhe plena razão e Bernardo conseguiu de facto reconhecimento das suas capacidades artísticas e gozou de um alargado consenso que lhe permitiu tocar em diversos contextos com esse sentido exploratório que define os músicos mais aventureiros. 

De regresso à entrevista de há dois anos, perto do Marquês de Pombal, em Lisboa – bem perto, aliás, da casa de Sérgio Godinho, que também visitei pelas mesmíssimas razões: recordo um homem entusiasmado, que tinha acabado de receber o seu exemplar de Motion e que o descobria com o olhar inquisidor de quem observa coisa alheia. Escolhi o verbo “ouvir” para figurar no título desta crónica porque de facto mais do que entrevistar, o que eu fiz foi ouvi-lo falar. Bernardo Sassetti não precisou sequer que a primeira pergunta fosse formulada para começar a debitar pedaços de uma sabedoria que parecia traduzir uma idade muito mais avançada do que os seus anos. Na verdade, nasci um ano antes de Bernardo Sassetti, mas naquele dia senti-me mais novo do que ele, talvez porque a vida que traduzia nas palavras parecesse muito mais longa e sábia e experimentada do que o que o seu bilhete de identidade pudesse indicar. 

Era demasiado novo para ter percebido o impacto da morte de John Lennon, em 1980, e quando Kurt Cobain desapareceu em 1994 algo me escapou, talvez por ter ficado tão ofuscado com a engrenagem da construção do mito que logo aí se colocou em movimento. Mas agora, estes dramas ressoam de forma diferente. Adam Yauch, primeiro, e Bernardo Sassetti, depois. Uma galáxia não chegaria para quantificar a distância artística que separava estes dois homens, e no entanto eles eram ambos mais do que os seus discos deixavam perceber. Budista e pai, um; fotógrafo e pai, outro. Ambos partilhariam, portanto, um certo espirito contemplativo e essa mágica condição criativa que é a paternidade. Ambos desapareceram muito antes do que seria humano esperar o que levanta mil e uma questões a que eu pelo menos não sei responder. 
Percebo agora um pouco melhor a utilização da palavra “vazio” por aqueles que, mais velhos do que eu, procuravam a dada altura explicar-me o que sentiram quando Lennon desapareceu. Estas pessoas deixam um vazio porque preenchem um espaço com as suas vidas, deixam um vazio porque são elas próprias completas. 

Na casa de Bernardo Sassetti pensei algo assim: as fotografias, os livros, os discos e sobretudo as palavras que espalhava pela sala indicavam-me estar na presença de alguém muito forte, alguém que estava disposto a deixar uma marca no mundo, a preenche-lo com uma visão, com melodias e com novas vidas. E quando alguém assim parte há algo que o mundo perde e não volta a recuperar. E daí o vazio. Resta-nos o consolo de ser possível continuar a ouvir as palavras que proferiu ao piano. Resta-nos ouvi-lo. 

Crónica de Rui Miguel Abreu 

Jornal “Blitz”

Ler mais:

 
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Posted by on 15 de May de 2012 in Sem categoria

 

In Memoriam – Bernardo Sassetti

Bernardo Sassetti

( 24.06.1970 / 10.05.2012)

 www.bernardosassetti.com

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Bernardo Sassetti

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B. Sassetti

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Sassetti at the piano…

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Composed soundtracks for films…

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Sassetti and his wife, Beatriz Batarda, a great actress

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Working on a project with Carlos do Carmo, a “fado” singer

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Sassetti’s staves

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Praia do Guincho. The place from which he apparently has fallen down while photographing.

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Posted by on 14 de May de 2012 in homenagem, Música, na ponta dos dedos

 

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Lágrima

Although I’m not a ‘fado’ lover, Amália can touch me inside with her voice and her song texts. She thought she couldn’t write, and defined herself as a “bad poet”. Most probably because she grew up almost without going to school. She may not have dedicated her life to poetry, but she really could write. Above all her sensitivity wrote for her and she has some of the most beautiful, sad but beautiful poems among “fado” songs and other types of portuguese music worth being read and listened to.

Her poems reflect her life experiences and personality. She lived intensively. She was humble, communicative, open-minded, fun but sad. Rather sad. And sadness followed her like a partner of life. The way she sings shows it somehow: the pain within comes out in that way of singing that reminds us of Arabian music (fado’s roots), sounding sometimes more like whispers or laments, rather than songs.

“Lágrima” (tear) is one of those.

 Lágrima

Cheia de penas me deito
E com mais penas me levanto
Já me ficou no meu peito
Jeito de te querer tanto

Tenho por meu desespero
Dentro de mim o castigo
Eu digo que não te quero
E de noite sonho contigo

Se considero que um dia hei-de morrer
No desespero que tenho de te não ver
Estendo o meu xaile no chão
E deixo-me adormecer

Se eu soubesse que morrendo
Tu me havias de chorar
Por uma lágrima tua
Que alegria me deixaria matar

Amália Rodrigues

(Last album recorded in studio by Amália in 1983)

Full of sorrow I lay down
And with more sorrow I get up
I’ve got in my chest
Way of wanting you so much

I have for my despair
Inside of me the punishment
I say I don’t want you
And at night I dream of you

If I believe that one day I will die
In the despair I have for not seeing you
I put my shawl on the ground
And let myself fall asleep

If I knew by dying
You would cry me
For one of your tears
What a joy would let me kill

 

!!!

(This translation is not mine; got it from youtube.

I still have here some work to do, ’cause even the lyrics (portuguese) is not entirely correct; Sorry for those who have already commented on my post! It really doesn’t make a big difference, but I want it as it deserves to be: perfect!)

Celeste

 

 
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Posted by on 12 de May de 2012 in Sem categoria

 

An answer to Jessica Accardi on “Fado”- Medo, Amália Rodrigues

http://youtu.be/GKVhW51GXzk

“what shall I do when lying down,” that is a beautiful and profoundly sad question….

Dear Jessica:

This was your brief, but rather crucial comment on the poem / lyrics of this ‘fado’. Admirable is also that you, not knowing the Portuguese language, got the gist of the whole idea… Bright woman! That’s why I decided to translate the song text to you. (Hope it works! A lot gets lost in the translation process and Amália had a very peculiar way of writing…)

 Fear

“Who sleeps at night with me ?

It’s my secret, It’s my secret!

But if you insist, I tell you .

Fear lives with me,

but only fear, but only fear.

 

And soon enough ’cause it rocks me

in a see-saw of loneliness

it is with silence that it speaks,

with the voice of furniture that cracks

and disturbs our mind /reason

 

“What shall I do when lying down,

starring at the empty space,

screams on the starred space

that is sleeping by my side,

Lazarus and cold?”

 

Screaming? Who can save me

from what is inside myself?

I even would like to kill me.

But I know it will be waiting for me

near the bridge of the end.”

 

Amália Rodrigues

Amália- 1920-1999

 
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Posted by on 12 de May de 2012 in Fado, Música

 

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Sucker

I risked a visit to the mall today in the search of a pair of sandals. By some miracle I found a rough approximation of what I was looking for and made my exit as directly as I could. “Hey, can I ask you something?” a young gentleman manning a booth in the central aisle called out to me. Fully aware that he was preying on my proclivity for politeness, but unable to ignore said proclivity, I stopped and went over to him.

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A real sucker... Just another one among thousands... It can be applied to some women, too. Keep on the good posts, Jessica!
 
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Posted by on 12 de May de 2012 in Sem categoria

 

«GANDA CHARUTADA»:ISALTINO SAFA-SE DO CRIME DE CORRUPÇÃO. PRESCREVEU!

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A PJ investigou durante anos, o MP formulou a acusação, o Tribunal condenou a pena de prisão efectiva, Isaltino chegou a estar   detido um dia, foi logo solto, a  Relação mandou repetir parte do julgamento do autarca de Oeiras, e o  crime de corrupção provado em tribunal vai prescrever. A Justiça portuguesa revela-se uma vez mais impotente. Ridícula. Se fosse um sem abrigo a roubar um creme num supermercado, como já aconteceu, imediatamente seria detido a conduzido perante o juiz.

Read more… 556 more words

Lucas Carré... imbatível. Sempre. Na objectividade e na denúncia de casos no mínimo inacreditáveis!
 
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Posted by on 11 de May de 2012 in Sem categoria

 

Nadir Afonso is never too much!

Belize

Bristol

Coliseu

Curitiba

Jardins de Antuérpia

Rio de Janeiro

Pontes de Leninegrado (São Petersburgo)

Banjul

Marraquexe

Dora

Pisa, 1950, diário de viagem

Praça de S. Marcos, 1950

Gaia

About Nadir:

Nadir Afonso (1920, Chaves, Portugal) is a painter and one of the foremost geometric abstractionists.

Formally trained in architecture, which he practiced early in his career with Le Corbusier and Oscar Niemeyer, Nadir Afonso later studied painting in Paris and became one of the pioneers in Kinetic art, working alongside Victor Vasarely, Fernand Léger, Auguste Herbin, and André Bloc.

Nadir-livro

 

As a theorist of his own geometry-based aesthetics, published in several books, Nadir Afonso defends that art is purely objective and ruled by mathematical laws that treat art not as an act of imagination but as an act of observation, perception, and form manipulation.

Nadir Afonso achieved international recognition early on in his career and currently holds many of his works in museums around the world. At the age of 91 he’s still actively painting.

 

 

Related links:

 

 

http://espacillimite.blogs.sapo.pt/

http://www.nadirafonso.com

 

 

 
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Posted by on 11 de May de 2012 in na ponta dos dedos, pintura

 

CAMARATE- DENÚNCIAS DE «ARREPENDIDO» DESCURADAS PELA PJ POUCOS MESES ANTES DO PROCESSO PRESCREVER

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Se mais dúvidas subsistissem sobre a estranha inércia que motivou a PJ a não investigar a morte de Sá Carneiro este episódio tiraria todas as dúvidas: em Maio de 1995, Fernando Farinha Simões, que agora surgiu  a confessar a autoria do atentado, denunciou à V Comissão de Inquérito da Assembleia da República ter visto José Esteves a fabricar na sua casa, Damaia, um engenho explosivo, a poucos dias de 4 de Dezembro de 1980, a data fatídica para Sá Carneiro e Adelino Amaro da Costa.

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Posted by on 10 de May de 2012 in Sem categoria

 
 
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