saudação ao novo ano
saudação ao novo anosaudação ao novo ano
2006
Olá de novo, Ano Novo! Cá estou a dar-te as boas-vindas, mais uma vez, depois de um interregno de algumas horas para repousar nos braços de Morfeu… Eu sei que tu sabes que os meus sonhos desta ‘noite’ reflectiram outros anos, e não tu, e podes sentir-te de alguma forma traído, mas não o deves. Também sei que a tua ‘meninice’, inocência e ingenuidade não te permitem ter a consciência nem o discernimento de ver em mim, em nós, seres tão simplesmente mortais e a ‘cambada’ de hipócritas e ingratos que, muitas, tantas vezes, somos. Recebemos hoje a tua chegada, às 0:00 horas em ponto, com esperança, gritos, alegria, brindes, beijos, fogo de artifício, música, exuberância, festa, exagero, folia. E, geralmente, amaldiçoamos (e exageramos sempre tanto!) o ano que acaba de findar. Como se numa simples fracção de segundos tudo mudasse de figura. Ilusão. Anestesia. Antídoto. Alienação. Fuga. Hipocrisia.
(perdoa, querido, mas continuo qdo tiver tempo p ti…)