RSS

Monthly Archives: January 2012

“Las mujeres de mi generación”

Las mujeres de mi generación son las mejores. Y punto. Hoy tienen cuarenta y pico, incluso sesenta y pico, y son bellas, muy bellas, pero también serenas, comprensivas, sensatas, y sobre todo, endiabladamente seductoras, esto a pesar de sus patas de
gallo o de esa afectuosa celulitis que capitanea sus muslos, pero que las hace tan humanas, tan reales. Hermosamente reales.
Casi todas, hoy, están casadas o divorciadas, o divorciadas y vueltas a casar, con la idea de no equivocarse en el segundo intento, que a veces es un modo de acercarse al tercero, y al cuarto intento. Qué importa… Otras, aunque pocas, mantienen una pertinaz soltería y la protegen como ciudad sitiada que, de cualquier modo, cada tanto abre sus puertas a algún visitante.
Jamás vieron en el hombre a un enemigo a pesar de que le cantaron unas cuantas verdades, pues comprendieron que emanciparse era algo más que poner al hombre a trapear el baño o a cambiar el rollo de papel higiénico cuando éste trágicamente se acaba, y decidieron pactar para vivir en pareja.
Son maravillosas y tienen estilo, aún cuando nos hacen sufrir cuando nos engañan o nos dejan. Usaron faldas hindúes a los 18 años, se cubrieron con suéter de lana y perdieron su parecido con María, la virgen, en una noche loca de viernes o sábado después de bailar.
Hablaron con pasión de política y quisieron cambiar el mundo. Aquí hay algunas razones de por qué una mujer de más de 40 nunca te va a despertar en la mitad de la noche para preguntarte…. “¿Qué estás pensando?” No le interesa lo que estás pensando.
Si una mujer de más de 40 no quiere mirar un partido de fútbol, ella no da vueltas alrededor tuyo. Se pone a hacer algo que ella quiere y generalmente es algo mucho más interesante. Una mujer de más de 40, se conoce lo suficiente como para estar segura de sí misma, de lo que quiere y de con quién lo quiere. Son muy pocas las mujeres de más de 40 a las que les importa lo que tú pienses de lo que ella hace.
Una mujer de más de 40, tiene cubierta su cuota de relaciones
“importantes” y “compromisos”. Lo último que quiere en su vida es otro amante posesivo. Las mujeres de más de 40 son generalmente generosas en alabanzas.
Ellas saben lo que es no ser apreciadas lo suficiente. Tienen suficiente seguridad en sí mismas como para presentarte a sus amigas. Solo una mujer más joven e inmadura puede llegar a ignorar a su mejor amiga. Las mujeres se vuelven psíquicas a medida que pasa el tiempo. No necesitas confesar tus pecados, ellas siempre lo saben. Son honestas y directas. Te dicen directamente que eres un imbécil si es lo que sienten sobre ti. Tenemos muchas cosas buenas que decir de las mujeres de más de 40 y por múltiples razones…
Lamentablemente no es recíproco. Por cada impactante mujer de más de 40, inteligente, divertida y sexy hay un hombre con casi o más de 50…pelado, gordo, barrigón y con pantalones arrugados haciéndose el gracioso con una chica de 20 años y haciendo el completo ridiculo.

¡¡¡Señoras… les pido perdón por ello…!!!

 

PALABRAS DE SANTIAGO GAMBOA (escritor)

 
1 Comment

Posted by on 31 de January de 2012 in Sem categoria

 

Tags:

A besta no homem I

Segundo J.J. Rousseau, “Todo o Homem nasce naturalmente bom. A sociedade é que o corrompe.”
Já acreditei nesta filosofia. Porém, agora, atrevo-me a refutá-la, ou melhor, a acrescentar-lhe algo mais que a “bondade” e “pureza” inerentes à espécie homo sapiens sapiens.
Cada ser humano que nasce carrega já consigo o bem e o mal, características que lhe são intrínsecas, como o são a informação genética que transporta.
Depois, as circunstâncias, o núcleo familiar a que pertence (ou não; também temos que pensar nos que nascem “sem família”), o social, as vivências (únicas) fazem dele o que ele é.
E ele transforma-se e modela-se, querendo mais ou menos, lutando mais ou menos contra a besta dentro de si. E, a todo o momento, a besta tenta dominá-lo, até porque o desta é, quase sempre o caminho mais fácil e mais apetecível.
Como pode uma família lutar contra o mal que domina um dos seus filhos quando o desconhece? Quando, de tanto amar, o não quer ver? O não reconhece, sequer? E se esse mal, essa besta, for uma doença ou se se desenvolver tanto, a ponto de se tornar algo patológico? Como poderão ajudar aqueles que mais amam? Como poderão dizer “não”? Serão capazes? Conseguirão aguentar?
Há, por exemplo, pessoas com instintos inatos de matar. Em crianças não se manifesta “muito” essa “vontade” intrínseca: estará algo adormecida; serão ainda frágeis, pouco capazes de grandes raciocínios e com pouco conhecimento de si mesmas. Poderão optar por brincadeiras pouco comuns, onde o seu lado mórbido virá à tona. Ou não. Até podem ter comportamentos perfeitamente normais, aparentemente, e tudo, mas tudo, poderá evoluir e acontecer, apenas e só nas suas mentes.
No entanto, e à medida que crescem e o processo de autoconhecimento se instala, o mesmo se passa com a luta interna entre o querer e o não dever. Poderão desenvolver fobias, auto-mutilar-se ou entrar em paranóia, tal é a natureza e a violência dos seus conflitos internos. Contudo, a voz do seu instinto de predadores e do que nelas predomina falará sempre mais alto e  calará todo e qualquer tipo de consciência e conflito.
Suplantados os dilemas, a caça à presa torna-se uma obsessão e um caminho sem volta. Quando confrontados com a vítima escolhida pela primeira vez, e se ainda lhes restar alguma ponta de dúvida, ou matam ou morrem.
E, durante o processo de sedução, muito usado pelo predador na sua conquista, este poderá sucumbir um pouco aos encantos da presa. Poderá até desfocar-se do objetivo primeiro e (re) lembrar-se que vive e viverá simplesmente para matar. E, para que tal não aconteça, a besta suicida-se a fim de pôr um fim a si mesma e ao monstro que reconhece, desde sempre, ser.*

 

Celeste Santos

* Uma mera reflexão de uma simples mulher “curiosa” e não de uma especialista / investigadora.

 
Leave a comment

Posted by on 18 de January de 2012 in Uncategorized

 

Tags: ,

E, de repente, matamos o(s) outro(s)…

E, de repente, o que nos parecia impossível acontecer, dá-se. E aquela conversa tão necessária, tão ansiada, não tem mais sentido, nem interesse, nem a mínima importância.

O cansaço instalou-se, a raiva deu lugar à indiferença e a sentimentos menores, e só nos dá vontade de rir a bandeiras despregadas na cara da(s) pessoa(s). Nada mais merecem e talvez até o riso seja demasiado. Mas uma gargalhada de escárnio e desprezo nas fuças de alguém que fez por isso aliviaria a bílis e far-nos-ia tão bem!

É então que nos apercebemos que já matámos os outros dentro de nós. Porque já não pertencem cá dentro; não há lugar para elas, nem são dignas dele. E o alívio implanta-se. Até respiramos melhor e, incrivelmente, nada lamentamos. Nem o que demos, nem o que não recebemos. Porque o desrespeito para connosco revelado, foi primeiro desrespeito intrínseco ao(s) outro(s). Nada temos que nos “pese”, portanto, e podemos seguir em frente, de cabeça erguida, sem pontas soltas, sem rabos entalados, sem mentiras, sem fraudes sentimentais.

É também aqui que sorrimos. E de seguida rimos com vontade. Com alguma malícia, até. Do ridículo das pessoas, do quanto se enganam a elas mesmas, pensando ludibriar os outros, julgando-se mais espertas… Não são, contudo, mais inteligentes!

Apanhadas com rapidez, (quase sempre têm fraca memória, ‘handicap’ comum aos “de falta de carácter”, e são bastante descuidadas, dado menosprezar a inteligência dos outros) escondem-se, fogem, nada enfrentam, já que nunca passaram de cobardes, revestidos de uma pose “interessada” e interessante e de um quase belo discurso!

Coitadas! Até usam palavras como “amizade” e “amor” com a maior das facilidades, mesmo sendo alertados para o facto de que as palavras devem ser usadas com muito cuidado, não vão elas zangar-se ou rebelar-se…

(Sim… Quem dera que as palavras fizessem uma qualquer revolução!!! Talvez se implantasse maior respeito por elas e pelo seu uso banalizado!) 

No entanto, e apesar de usarem repetidamente palavras bonitas e chavões decorados com o tempo, não sabem o que significam, muito menos sabem senti-la(o)s ou dar-lhes aplicação prática. Simplesmente não conseguem; não são capazes. Acontece muito a “quem fala de cor.”

Razões para tal? Não lhes faltarão, concerteza. Ninguém é o que é, por mero acaso. Mas… que se diga que há “pulhas honestos” como já tenho ouvido… não me convence!!! Ou melhor… acho esta afirmação, que já ouvi proferir de algumas bocas a que apetece partir os dentes todos de imediato, execrável e nauseabunda… Pulhas honestos… Às vezes nem quero acreditar no que estou a ouvir!

(…)

E essas criaturas errantes… não passam de vermes, de ratos de esgoto, que ostentam falas mansas e verbalizam vestes que não pagam, subindo de quando em vez à superfície para se alimentarem da energia dos outros… Sim! São estes os parasitas que sobrevivem graças à sua cobardia e às relações vampirizadas que conseguem estabelecer com tanta “mestria” com as suas vítimas.

Peritos na arte de manipular, de fazer o jogo da vítima e de inverter as situações em seu favor,  saem quase sempre vencedores… Para desgraça das suas “presas”, aparentemente escolhidas a dedo como fruta madura…

Só que, esta fruta apetitosa, madura e aparentemente doce, nem sempre é a presa que julgavam. Revestida por uma casca sensível, tem por vezes um interior resistente, atento, cheio de pequenos olhinhos que observam em todas as direcções. E eis que o predador, o “pulha honesto” fica com a careca a descoberto. E o leão inicial, ao avistar a fruta suculenta que o desmascarou, visualiza  agora nela um gato minúsculo, assusta-se e… foge! Para nunca mais voltar.

 

Imagem

 
Leave a comment

Posted by on 9 de January de 2012 in Sem categoria

 

Tags:

Ferida enjaulada

E hoje sou apenas penumbra, escuridão, abismo,

buraco negro.

Nem preciso que me empurrem: já lá estou.

Rodeada de feras,

sou apenas

mais uma ferida

que à cela regressa!

Escondendo-me da luz,

contorcendo-me de dores,

fechando os olhos,

cerrando os dentes,

arranhando o ser,

ansiando por arrancar a alma 

e o sentir!

Já nem lágrimas me restam…

de mim já só sai um grito mudo

e um uivar silencioso…

Alguns gemidos soltam-se sem que eu queira…

Já ninguém me ouve, nem quero,

já nem eu me quero ouvir, 

nem sentir,

nem estar,

nem ser.

Hoje sou animal enjaulado

na cela que eu própria para mim desenhei!

 Imagem

 
Leave a comment

Posted by on 9 de January de 2012 in Sem categoria

 

Tags:

Ion Vincent DAnu – Premium Artist

DAnu is a Canadian visual artist of Romanian descent who started to paint when he was twelve years old as a student of the Art Highschool in his native town of Sibiu, Transylvania.

 
Leave a comment

Posted by on 9 de January de 2012 in Sem categoria

 

Tags:

Ion Vincent DAnu – Premium Artist – The Painter’s Keys Art Directory ::

Ion Vincent DAnu – Premium Artist – The Painter's Keys Art Directory ::.

 
Leave a comment

Posted by on 9 de January de 2012 in Sem categoria

 

Tags:

Mecena Wanted

Reblogged from Van Gogh and I:

Click to visit the original post
  • Click to visit the original post
  • Click to visit the original post
  • Click to visit the original post

Sometimes - not often, just sometimes - I wish some Mecena pop out from somewhere (maybe from the Internet?) and says: " I saw your work and I see some promise in it. You have raw talent and guts and the curiosity and the pleasure to explorate and play with paint. So, I give you 4000 $ per month for a year and you let me pick half of what you produce as painting & drawing during this time..."

Read more… 260 more words

Your comments (optional)
 
3 Comments

Posted by on 9 de January de 2012 in Sem categoria

 

Tags:

Nem Santos, nem demónios...

Reblogged from BLASFÉMIAS:

De repente, em Portugal, exige-se de um "político" uma vida passada absolutamente neutra, bacteriologica e cientificamente pura e desprovida de suspeita de riscozinho que resulte de qualquer coisa confundível com uma pequena areia que tenha arranhado as paredes de vidro do tubo de ensaio laboratorial, em que é suposto (o "político") ter vivido.

Sem isso, não se podem exercer os cargos políticos.

Read more… 422 more words

Your comments (optional)
 
Leave a comment

Posted by on 9 de January de 2012 in Sem categoria

 

Tags:

Coisas a discutir num país que envelhece

Reblogged from BLASFÉMIAS:

Cancro. Coligação defende o direito dos doentes mais velhos acederem a novos tratamentos - E convém que comecemos a tempo esta discussão pois apesar do imaginário do conflito de gerações estar iconograficamente nos idos de 68 do século passado, assuntos como este estarão no centro dos novos conflitos entre gerações

Your comments (optional)
 
Leave a comment

Posted by on 9 de January de 2012 in Sem categoria

 

Tags:

Campanha Transgênicos NÃO

Reblogged from Observatório Ambiental:

Click to visit the original post

Divulgue essa imagem nas suas redes sociais e ajude-nos a conscientizar sobre os perigos dos transgênicos liberados no meio ambiente. Diga NÃO aos transgênicos. Prefira produtos orgânicos.

Your comments (optional)
 
Leave a comment

Posted by on 9 de January de 2012 in Sem categoria

 

Tags:

 
Follow

Get every new post delivered to your Inbox.

Join 75 other followers