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Monthly Archives: February 2012

Marc Chagall (1887-1985)

Marc Chagall (Mark Zakharovich Shagal) (1887 – 1985)

Modern Russian (born) / French artist. Influenced by Cubism, Fauvism & Surrealism.
 

 

 
 
‘My art is an extravagant art, a flaming vermilion, a blue soul flooding over my paintings’

 Marc Chagall

 

Marc Chagall

“O meu pai tinha olhos azuis, mas as suas mãos estavam repletas de calos. Ele trabalhava, ele rezava, ele calava-se. Tal como ele, também eu era calado. O que iria acontecer comigo? Deveria eu permanecer assim a vida toda, sentado em frente de uma parede ou deveria, também, tal como ele, acarretar toneladas? Eu examinava as minhas mãos. Tinha as mãos demasiado delicadas…
Teria de encontrar uma profissão diferente, uma ocupação que não me obrigasse a abandonar o céu e as estrelas e que me permitisse encontrar a finalidade da minha própria vida. Sim, isso era, precisamente o que eu procurava. Todavia, na minha terra natal, ainda nunca ninguém, antes de mim, tinha pronunciado as palavras: “Arte, artista”. “O que é isso de um artista?”, perguntava eu.”

“Com os meus 27 rublos na algibeira,


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Posted by on 29 de February de 2012 in Uncategorized

 

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The Legend van Gogh: True or False?

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1. Vincent van Gogh never sold a painting in his life.

FALSE. He sold more than one (if the legend is, mostly, about him never selling a painting, the more informed know that he sold at least one, The Red Vineyard, to Anna, the sister of Eugène Boch (whom he painted the famous portrait so called The Poet) .

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Posted by on 29 de February de 2012 in Sem categoria

 

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The pleasure of sketching

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I’ve sketched this little boy during the Bromont Art Symposium… Was it 2003? 2004? I don’t remember any more. But I know I did a lot of sketching then, waiting for a "collector" of sorts to come and buy everything…anything... Usually,  they didn’t bother but eventually, I still covered my expenses and left there with a small profit… Danu, the capitalist…

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Posted by on 29 de February de 2012 in Sem categoria

 

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Vincent and Daumier

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Vincent van Gogh was a generous man. He admired a lot of artists, all kind of artists (Meissonier, "le pompier" was, surprisingly for us, today, one of his preferred artists...) and was very generous with his praises for younger artists like Émile Bernard. But there are some names which are mentionned over and over in his letters. Honoré Daumier is one of them.

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Posted by on 25 de February de 2012 in Sem categoria

 

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Jivago

Ler Boris Pasternak, escritor russo nascido em 1890 em Moscovo, é conhecer a Rússia da primeira metade do século XX. Para além disso, é entrar nos meandros da natureza humana, com os seus conflitos interiores, as suas dores e alegrias, os seus amores e desamores, as suas vitórias e derrotas, o seu nada e o seu tudo.

“Doutor Jivago” é, por tudo isso e também pelo simples prazer de ler, uma obra “obrigatória”. E eis-nos perante uma, mais uma, obra brilhante.

Pasternak foi prémio Nobel da Literatura em 1958, mas viu-se obrigado a recusá-lo, para evitar tanto para ele como para a sua família graves sanções por parte das autoridades soviéticas.

No momento em que escrevo este breve texto-opinião, encontro-me a reler “O Doutor Jivago” pela 3ª vez, tendo sido a primeira há 24 anos atrás! Os mesmos e outros olhos o devoram com a mesma vontade, mas com outras perspectivas e leituras, com outras empatias, níveis de alcance e emoções distintas. O prazer, esse, é indescritível!!! E as minhas experiências de vida bem como as mudanças em mim operadas tornam agora a minha relação com as personagens e o enredo ainda mais intensa.

Ver o filme que na obra escrita se baseou é também muito interessante, quer para estabelecer a comparação entre as duas formas de arte, quer como incentivo para os mais “preguiçosos” ou menos dados a estas coisas da leitura, quer ainda para os que se assustam com “alfarrábios” de quase 600 páginas. Para além disso devo dizer que foi um dos filmes que mais me surpreendeu em termos de qualidade, fidelidade à obra e no fim do qual não fiquei com a sensação de que “muito do livro se perdeu.” O cinema acaba por imortalizar o Dr. Zhivago como que fazendo justiça a um Nobel que não chegou a ser-lhe entregue…

A primeira tradução directamente do Russo para Português foi editada em 2008 pela Sextante Editora, e é essa que estou a reler agora. Tem uma encadernação excelente, capa dura e sobrecapa, letra bem visível (as edições anteriores exigiam olhos de míope sem óculos ou lupa). As ilustrações das capa e sobre-capa representam as personagens Iuri Jivago e Lara do filme “Dr. Zhivago”.

Se tiverem oportunidade, não percam a leitura deste delicioso livro! Felizmente (acredito nisso!) os livros nunca vão “ficar fora de moda”! Nada há de melhor que sentir-lhes o cheiro, folhear cada página, fazer pequenas anotações nas margens… Eu faço isso, mas cada um fará com eles o que entender…

Vão certamente encantar-se por esta obra-prima (mais uma) da literatura russa. Vão apaixonar-se pelas personagens, pelo enredo e, de uma forma ou de outra, ver-se-ão espelhados na obra. A dado momento sentir-se-ão parte integrante da história e da História, algo que poucos escritores conseguem despertar em quem os lê. E o mérito é todo de Boris Pasternak. E do leitor, se tiver sensibilidade suficiente para o descobrir e para se deixar ir.

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Posted by on 22 de February de 2012 in Uncategorized

 

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Great draftsmen: Hokusai, Daumier, van Gogh,

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Being capable of making great drawings is a gift. A gift which was given to some. Not many. I do not talk here about the ability to copy photos or gypsum statues with the utmost accuracy and likeliness. The mimicking capacity or the manual versatility to draw photo-like drawings is a gift too, maybe the basis, important, but not complete, not essential, of being a great draftsman.

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Posted by on 19 de February de 2012 in Sem categoria

 

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Ion Vincent DAnu – Premium Artist – The Painter’s Keys Art Directory ::

Ion Vincent DAnu – Premium Artist – The Painter’s Keys Art Directory ::.

 
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Posted by on 18 de February de 2012 in Uncategorized

 

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Cartas de Vincent van Gogh

http://vangoghletters.org/vg/

The letters are the window to Van Gogh’s universe. This edition, the product of 15 years of research at the Van Gogh Museum and Huygens ING, contains all Van Gogh’s letters to his brother Theo, his artist friends Paul Gauguin and Emile Bernard, and many others.

 
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Posted by on 17 de February de 2012 in Sem categoria

 

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Essential words: Vincent van Gogh Dixit

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“And so I go on like an IGNORAMUS, one who knows just one thing: WITHIN A FEW YEARS I MUST HAVE DONE A CERTAIN AMOUNT OF WORK – I don’t need to RUSH, for there is no point in that, but I must CARRY ON WORKING in complete calm and serenity, as regularly and with as much concentration as possible… The world concerns me only in as far as I owe it a certain DEBT and DUTY, so to speak, because I have walked this earth for 30 years, and out of gratitude would like to leave some memento in the form of drawings and paintings – not made to please this school or that, but to express a genuine human feeling.

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Mais um fantástico artigo do querido amigo "Ivanu".
 
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Posted by on 17 de February de 2012 in Sem categoria

 

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E depois há os cobardes…

E depois há os cobardes…

E depois…
há os cobardes…
os valentes que fogem ao mais leve tinir
da chegada da verdade…
Os honestos que se julgam,
mas não sabem o valor da palavra
honestidade…
E escondem-se entre as sombras da noite
e tapam o rosto ao cair da tarde
(de dia não saem)

E calam,
sendo hipócritas…
e calam,
tendo amigos…
(muitos)
mas que sabem eles sobre a amizade?

E têm muita pena de si mesmos,
fazendo o jogo da vítima,
assim atraindo para si a presa
que sufocam
e calam…
E permanecem no segredo e no silêncio
para não serem descobertos…

Espremem-se e são secos…
abrem-se e são ocos…
vazios de sentimentos,
(embora finjam)
mas não se aguentam
não se aguentam.

Ouvem…
(não ouvem)
fingem que escutam,
mas só a sua própria voz impera,
entoa, ecoa,
embriagados por si mesmos
e pelas suas
vontades.

E lá vão eles
os cobardes…
e nem se viram,
nem olham para trás,
apenas se esgueiram na calada da noite…

Atrás de si
deixam campos devastados de dor,
de lágrimas e sofrimento…
gritos aflitos, buscas incessantes,
até que algo morre.

Celeste Santos

 
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Posted by on 16 de February de 2012 in Sem categoria

 

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