José Luís Nunes Martins, Investigador, escreve ao Sábado “Filosofias” no Jornal “i” que leio com a avidez e a sede de quem procura informação fidedigna, imparcial, objectiva e clara cada vez mais rara e difícil de encontrar, qual agulha num palheiro, neste mundo da (des)informação dominado pelo imediatismo, pelo consumismo rápido, pelo sensacionalismo (que vende e vende!!!) revestido de histórias de faca e alguidar, de notícias medíocres para míopes onde só se lêem “as gordas”, anúncios, muitos anúncios… e mais não digo. Posso ferir mentes mais susceptíveis!
Com mais sede (desta feita é a alma que me orienta) leio as “Filosofias” de José Luís N. Martins, caracterizadas por um conteúdo actual, pertinente, escorreito, sábio e sapiente, repletas dum saber de experiência feito. Não são filosofias “baratas”, que destas estou já cansada e está o mundo gasto. São antes o reflexo dum ser pensante, reflexivo, crítico, atento, sensível. O espelho dum homem já (quase) raro de encontrar (não o terão sido, afinal, desde os primórdios, criaturas destas, raras como os dias plenos o são, o foram?!); o “retrato” dum ser dotado da capacidade de dar e receber, de saber o que isso significa. Um homem que ama e não tem medo de o afirmar, escrevendo.
Há já algum tempo que o acompanho, ou melhor, que lhe acompanho as palavras, que nelas me embalo, que nelas me revejo, me encontro, mergulho, levito e me deito, também. Por vezes durmo e sonho com elas, tal é a universalidade e a abrangência das suas temáticas. E, principalmente, porque também elas me fazem reflectir naquilo que ainda não fiz, ou numa perspectiva diferente do que havia feito até então.
Resolvi, por isso mesmo, prestar a este pensador / autor fantástico uma singela homenagem, transcrevendo o seu mais recente “texto”, publicado no Jornal “i” de 11/12 de Maio de 2013, edição deste fim-de-semana, precisamente.
Julgo que a partilha do que se pensa é muito importante. A troca de ideias mais pertinente ainda. Neste caso, encaro a “transcrição” das “Filosofias” de José Luís Nunes Martins (através da partilha dum link) como partilha e não mera cópia. Subscrevo o que por ele aqui é dito numa admirável forma escrita, muito própria, muito dele, e que eu não faria seguramente melhor. Dou-o a conhecer a quem o desconhece, assim como ao jornal para que escreve (o melhor que temos por cá, embora pouco lido), dou a saber algo do que pensa, em que pensa, como pensa. Aqui vai. Espero que gostem. Pelo menos tanto quanto eu!












