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BILDERBERG CONSPIROU ATENTADO DE CAMARATE. «BALSEMÃO TEVE CONHECIMENTO ANTECIPADO»…
Duas semanas depois de ter sido publicada neste blogue ( a 10 de Fevereiro) a confissão de Farinha Simões como operacional envolvido no Caso Camarate, as principais televisões e o «Correio da Manhã» de hoje, sábado, resolveram dar grande impacto ao testemunho. Provavelmente, depois de se ter dado como seguro que a Assembleia da República vai avançar com mais uma Comissão de Inquérito aos acontecimentos que culminaram na trágica morte de Sá Carneiro e Adelino Amaro da Costa na noite de 4 de Dezembro de 1980.Essa confissão de cumplicidade na autoria do atentado foi obtida na prisão de Vale de Judeus onde Farinha Simões cumpre seis anos e meio de prisão por agressões, ameaças à jornalista e sequestro da apresentadora da TV, Margarida Marante, com quem manteve uma atribulada relação.
ANES: «HOUVE EXPLOSÃO EM CAMARATE»
José Manuel Anes, químico, ex-director do Laboratório de Polícia Científica (o ‘CSI’ de Lisboa), ex-presidente do Observatório para a Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo e ex-Grão-Mestre da Maçonaria portuguesa, confessa à jornalista Miriam Assor, do Correio da Manhã, que houve explosão em Camarate e que foi «uma atitude errada» arquivar o caso que liquidou Sá Carneiro.Vejamos se a anunciada X Comissão de Inquérito à morte de Sá Carneiro trará novos desenvolvimentos ao caso, um dos quais, naturalmente se reporta à confissão que este «blogue« publicou feita por um dos autores confessos do homicídio:
Classic.
On one of my favorite blogs texthistory there was a recent post and link to this test:
which classical character are you?
You can see in 10 shallow questions who you would be if you were a classical character. The fun part is that you can choose male or female. I was annoyed to see myself cast as Odysseus after I so recently railed against his character to my book group upon finishing The Iliad.
Fighting melancholy in the 21st Century
Reblogged from The Bright Old Oak:
I'm in London. The capital ciy of rain, perhaps. That's all I've seen in the last few days anyway! To live here means facing the world with a brave smile upon your face and a perseverance in trying to cast those dark clouds away. Luckily (or unfortunately, in some cases), we're now surrounded by many different things which can help our mood in case of constant bad weather.
Bilderberg : «DURÃO BARROSO SERÁ O NOSSO HOMEM NA EUROPA»
Para a compreensão do poder «lobbista» que o grupo Bilderberg tem na sociedade contemporânea, atente-se no livro publicado pelo jornalista lituano Daniel Estulin, um profissional de faro investigador e arguto que, durante mais de uma década, se dedicou a compreender – e a desvendar – os objectivos desse grupo especialíssimo, composto por banqueiros, políticos, especialistas em defesa, financeiros, especuladores internacionais e empresários de grandes corporações que resumem o poder global e que mexe os cordelinhos da política e economia em Portugal.
GRUPO BILDERBERG CONSPIROU 25 DE ABRIL DE 1974
A cronologia “Pulsar da Revolução”, elaborada pelo Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra, reconheceu o papel do grupo Bilderberg na revolução portuguesa que fez cair o regime liderado por Marcelo Caetano. De acordo com a entrada referente aos acontecimentos do dia 19 de Abril de 1974 pode-se ler que, na sequência da reunião anual daquele grupo – que reúne políticos e empresários num regime de grande secretismo e longe das regras democráticas - , em Megève, França, estava presente, entre outros, Joseph Luns, o secretário-geral da NATO.
A terapia da escrita (ou a escrita da terapia?)
A terapia da escrita (ou a escrita da terapia?)
Recorro a ti, fiel amiga,
porque em ti mais confio
(e, no fundo, tu és eu)
E ai de mim quando tu já não me vales,
não me socorres,
não me consolas…
Ou quando já não consigo a ti recorrer…
Perdoa-me, sou ingrata, eu sei.
Tenho-te descuidado,
menosprezado, até…
Mas, sabes?
Há dores de que não somos capazes de verbalizar,
nem mesmo (d)escrever.
Tenho dores d’alma que nem a ti consigo contar:
ainda só consigo senti-las,
carpi-las e gritá-las em silêncio
e chorá-las com lágrimas que morrem ao nascer.
E tenho medo de misturar dores e perdas
(não seria justo)
(não seria justo)
As dores contidas,
caladas, abafadas,
são as mais profundas,
as mais dilacerantes,
e mais traiçoeiras, também.
Porque, uma vez silenciadas,
(numa espécie de hipnose ou anestesia)
gritam em silêncio crescente e constante,
adensam-se, condensam-se
e, sem ganharem voz, não se abrem,
nem sequer em feridas se tornam,
nem delas cicatrizes restam…
São apenas dores… dores mudas,
comprimidas,
oprimidas,
que um dia se rebelarão da pior forma,
em catadupa,
desordenadas,
soltando flechas em todas as direcções,
descuidadas,
desnorteadas…
Depois…
Um dia, talvez…
Talvez um dia se amainem e serenem um pouco…
Quiçá um dia eu possa já escrever sobre elas…
E aí será, simultanea e paradoxalmente
a felicidade suprema:
‘escrever’ sobre as dores há tanto caladas, dar-lhes voz, aconchegá-las, vê-las ganhar forma no papel, analisá-las por dentro e por fora, mimá-las um pouco, sentir como adormecem e se distanciam, como levitam e voam, como se vão tornando mais leves e mais (quase) universais!
(Oh! A universalidade das dores nunca me aliviou muito!…)
Ou então, na incapacidade de tal acontecer,
(porque há dores que nunca passam;
há amores e desamores que nunca deixam de o ser)
esperar que
morram apenas
quando cessar o sentir
e o ser.
Celeste Santos
19 Abril ‘09
Oh it’s hard to
be a boy
when
all the men have
lost their joy
and they can’t find the ones they left behind .
Harder still to think
of being a man
in this world of
no lessons or love ,
it’s only war that men be thinking of .
Should you stay
or should you come down with me ?
Is that the question
you are asking of me ?
And do you think that you can
take the answer ?
As it turns ,
you have to wear life well .
Come down with me ,
come down
when you need me
but for now I want you
to be happy .
Sometimes life does
things to you
that will hurt you
and confuse you ,
but when you’re left behind
you’re sure to find .
I am with you though I can’t
come with you .
I am in you and I’m
always part of you ,
and all you ever have to do
to bring me to you
is …
Come down with me ,
come down
when you need me ,
but for now I want you
to be happy .
So you must go back home ,
that’s where you belong.
You must go back home .
You must go back home ,
that’s where you belong .
You must go back home ,
and I can’t come along …
Sinéad O’Connor performs this great, great song!
Soundtrack of the film “Water horse”, it is also part of Sinéad’s latest album “How about I be me (And you be you)?” (2011)



